sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A exigência do diploma valoriza a profissão

Como é possível alguém tão bem esclarecido e instruído nas suas formações acadêmicas se mostrar tão leviano ao apoiar a defasagem da liberdade de expressão e a não exigência do diploma? Como é possível separar o leigo, o amador ou quem simplesmente é dotado do dom por um acadêmico ou profissional de Jornalismo que carrega em sua totalidade, razão, dignidade, sabedoria, técnicas e conhecimento adquiridos ao longo de quatro anos de estudo e pesquisa dentro de uma universidade? Já é notório saber de quem e de qual assunto estamos falando? Pois é dele mesmo! O exigentíssimo ministro do supremo tribunal da justiça, Gilmar Mendes que tem uma vasta carreira e currículo, foi Advogado-Geral da União no Governo Fernando Henrique Cardoso, sendo empossado ministro do Supremo Tribunal Federal em 2002, por indicação de FHC, então Presidente da República do Brasil.

Assumiu a presidência do STF de 2008 a 2010 e considerado em 2009 por uma revista brasileira como um dos 100 brasileiros mais influentes. O dito que se diz quer saber como alguns homens com disturbio de personalidade é de-lhes poder. É o caso do então ministro, homem este que isanamente achou por direito extinguir assim a exigência do diploma de jornalista e abriu as porteiras da casa de mãe joana para que qualquer pessoa que se diga comunicador venha a ser um jornalista sem a minima técnica ou conhecimento da profissão.
Essa situação deixou invalido o valor real e moral de um profissional de comunicação que enfrenta os processos comuns de um academico. A intensão nos parece clara ao passo que nos sentimos conviver ainda numa continuada ditadura disfarçada de democracia a intenção destes poderosos é sumcubir o conhecimento das pessoas menos favórecidas quando oferece uma educação de péssima qualidade assim como também é intencional, os poderosos cortarem as asas de quem instrui a sociedade, informa e esclarece o nossos direitos e deveres.  

Para os políticos as pessoas não podem ficar qualificadas para tal tarefa melhor os poderosos se articulam e crescem numa bancada maior se tornando assim uma grande sociedade dos ricos. Vejamos só! Os três poderes executivos, legislativo e judiciário e mais todos os políticos formam uma sociedade que vivem desonestamente as custas do trabalhador, do cidadão que os mantém no poder.

Ana Macário




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